segunda-feira, 6 de outubro de 2008

06 - 10

Parace que todo o cansaço dos dias anteriores se recaiu sobre a noite passada.

Treze horas em pé, nem sequer uma hora de sono na noite anterior (cheguei em casa pela manhã) e uma fome que nem todos os picolés (devo ter ingerido ums quinze ¬¬) do mundo poderiam saciar.


E o tempo, arrastaaaaaado feito bêbado em fim de festa.


Mas passou, contamos, verificamos, apuramos, apanhamos, sofremos e ganhamos. Mais uma vez.



Dia hje em casa , fui no trabalho , mas lá só apenas dois dos meninos da limpeza e nenhum aluno.
Ah como eu amo meu Brasil varonil e sua irresponsabilidade e total falta de compromisso com tudo o que possa fazê-lo um dia ser um lugar decente e dígno.

Mas quer saber? achei foi bom.

Assim voltei pra casa e esperei meus pés desinxarem.

Tarde: Sobral

Pelo caminho buracos, jumentos e fogo.
Nada incomum ao cenário doentio da nossa agricultura local.
Aos leigos, uma visão do inferno
Aos ecologistas: genocídio

Pra mim: nada, tô só comentando.


Fui na pueril esperança de encontrar, depois de minhas obrigações e de ver meu amor, meu objeto de desejo. Mas não vi.
E assim como todo o final de semana, não tive notícias.
Será um fantasma?

Acredito que não, fantasmas não sabem do passado alheio. (demorarei séculos pra esquecer isso, risos)


Acho que é verdade, meus medos se concretizaram.
Toda a precocidade e idiotice bem caracteristicos a mim vieram à tona esses dias: me apaixonei em uma semana.

Não tenho a mínima idéia de se esse sentimento é retribuido ou compartilhado.
Sei que estou bem, o espírito tá limpo e as vontades aumentam.



Esperar, eis a palavra de ordem na minha vida.


esperar e correr.

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