quarta-feira, 29 de abril de 2009

Todos amam Susan Boyle...

Ela é gorda, velha, feia, desgrenhada, tem nariz de tomate passado e uma voz LINDA!




Essa é Susan Boyle, uma mulher inglesa, que nunca foi beijada, que dedicou a vida inteira à mãe doente... Sim, mas isso a mídia diz todo dia.





O que eu acho é o seguinte:





Essa mulher é bem mais do que um rostinho feio, sobrancelhas grossas e, brincadeiras à parte, "comum".


Essa mulher conseguiu em minutos o que Angelinas, Madonnas, Britneys, Amys, Marias, Dilmas ou quaisquer mulheres modernas, poderosas e esteticamente (dentro de que padrões???) perfeitas ou aceitáveis jamais em sua vida toda conseguiram ser... Ela foi única.








Acreditou, lutou e mesmo com um mundo, ou um continente, pelo menos um país contra ela no meio daquela multidão de jovens e seus timbres agudos e músicas da moda, ela simplesmente calou os mais incrédulos e arrancou lágrimas dos mais inexpressivos.








Essa mulher conseguiu transportar o que o mundo quer ser: não rico, ou bem sucedido, ou com os peitões da moda, mas ser autêntico.





Ser toda essência em toda simplicidade, ser nós mesmos.


E o pior (pior, se considerar-mos que o fato de agirmos dentro de nossas vontades nos dias de hoje pode significar muitas coisa e nem sempre coisas boas) ela nos mostrou e nos fez crer, sem nenhuma propaganda, sem nenhuma apelação, que isso é possível.








Podemos ser aceitos - e admirados! - pelo que somos :





[DE VERDADE!]








Escrever sobre ela, mais um blog no meio de tantos, chega a ser um prazer.


A mídia tratando-a assim mostra que por mais que as guerras, pragas virais, mortes estúpidas, a política sempre tão suja (a honesta NUNCA aparece), ainda há esperança, ainda podemos ligar nossos computadores e televisões e ver que uma mulher que nunca foi nada, nunca teve nada, pôde, apenas com a força de ser que ela realmente é chegar aos corações de tantos. Mesmo cantando uma peça francesa em pleno Reino Unido.











Falar sobre a voz dela é desnecessário, até porque não sou crítico ou especialista, mas tenho um coração...








Portanto, posso dizer com clareza, sem medo de parecer tolo ou falso poeta que:





Se a vida, o cotidiano, em toda sua leveza pudesse ter uma trilha sonora, de certo a voz de Susan Boyle embalaria o nascer e o pôr-do-sol.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Post corrido.....

Um dia eu tava lavando a louça e do nada me veio a imagem do pintor Vincent Van gogh numa mancha de gordura.... MENTIRA! Não tenho dessas inspirações não.



Mas, em um dia comum, pensando na vida e fazendo almoço me saiu isso que , particularmente, adorei ter produzido. Ao ponto de lembrar de cabeça pra postar do trabalho:



Autoconcepções, remissivas, sobre a existência, a vida e o amor.



Van Gogh morreu louco.

Elis, de amor.

Cleópatra, suicidou...

E eu, na certa, vou morrer na vontade.



Em nada e pra ninguém - ainda -